Para o gerente da Meta Imóveis, Derci Gomes, o ClassiDiário é como a vitrine
de sua empresa. "Uma imobiliária não possui produtos para expor, mas se
fizéssemos uma comparação com uma loja, a função do classificado seria a de uma
vitrine, a porta de entrada para que o cliente visualize o que estamos
comercializando", declarou.
Há dois anos e meio no mercado, a Meta anuncia no Diário desde a fundação.
"Não existe a opção de não anunciar, pois já faz parte do negócio. O cliente
não procura um imóvel sem ao menos dar uma olhada no jornal", explicou.
Para José Arnaldo Lazarini, diretor da União Imobiliária, o Classidiário é o
maior meio de divulgação da região. "Até porque sua tiragem é a maior entre os
concorrentes", disse.
O empresário destaca que o Classidiário funciona como uma prateleira para as
imobiliárias. "No meu caso, que tenho uma frequência de mais de mil imóveis por
mês, não publicar as opções existentes seria deixar de mostrar o que tenho",
informou.
Há dez anos no mercado, a União investe pesado no anúncio dos classificados.
"Se não gostasse dos resultados do ClassiDiário não continuaria investindo",
destacou.
REDUÇÃO DE CUSTO
O ClassiDiário para a Lazarini Imóveis ultrapassa a comparação. Há 15 anos no
mercado, a empresa de Luís Hermínio Lazarini se estruturou sob a divulgação no
jornal.
"A sede da imobiliária fica no Parati, o que dificulta um pouco o acesso, mas
isso não atrapalha os negócios", comentou.
Mostrando os imóveis pelo jornal e oferecendo um serviço de atendimento no
local desejado pelo cliente, ele afirma que reduz custo com pessoal e ainda
agiliza os negócios.
"Fui uma das poucas imobiliárias que nunca pararam de anunciar e a repercussão
que o ClassiDiário me oferece vem mantendo meus negócios muito bem", completou.
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