Um leitor assíduo da história da cidade é o corretor de seguros Diogo
Hayashi, 40. Ele valoriza a história como fonte de conhecimento e destaca que
ler sobre Marília no passado beneficia não só sua curiosidade nata, como também
o faz relembrar a infância.
Ele chegou à Marília com os pais quando tinha um ano de idade. "Aqui cresci,
constituí família e meu sustento", informou.
Desde que descobriu a coluna sobre a história de Marília no jornal Diário
nunca mais deixou de ler. "Não vou dizer que lenho todas as semanas, mas
dificilmente perco um artigo", disse.
Para ele, poder saber o porque de um nome de um placa de rua, ou descobrir
fatos pitorescos que comporam a formação do que é hoje a cidade é, por si só,
algo que traz interesse. "Não de outras pessoas, mas saber como as pessoas
viviam, como foi que se formou a cidade, é uma forma de conhecer o porque
Marília é como é, e isso é necessário para todos", comentou. "Só tenho uma
crítica, o espaço é pequeno, pois poderia ser maior, com mais histórias",
declarou.
|