Na década de 30 o jornal Correio de Marília impressionou leitores com a
impresso da Revista Correio, um balanço dos dez anos de circulação. Foi um
marco de qualidade e criou uma tradição: o jornal sempre investiu em inovações
gráficas.
Esta tendência foi reforçada pela informatização e tecnologia e pela fusão do
Correio ao Diário. O jornal foi o primeiro a circular com edição em cores, em
1992. A partir de 94 o setor de produção passou a ter programa isolado,
próprio, de investimento em tecnologia.
Hoje este investimento representa um departamento gráfico com a última geração
em programas de artes gráficas, trabalho na Internet, produção de páginas.
Os computadores são permanentemente atualizados, o que a cada ano estende
máquinas mais potentes a todos os setores, mais profissionais ligados à
Internet, mais informação em tempo real.
O resultado apareceu nas artes gráficas que complementam matérias, na
adaptação de imagens e textos, produção de anúncios, da Revista de Domingo e
das várias mudanças gráficas no jornal.
Para o leitor muda a qualidade de apresentação. Para o anunciante crescem as
opções de apresentação e diminuem os prazos, os horários de entrega do material
e de cobertura.
Todas as inovações vêm atendendo as exigências de mercado, as opções em
tecnologia disponíveis no país e acessíveis a empresas de comunicação com o
perfil do mercado no interior.
É esta a tendência identificada para os próximos anos. O Diário vai continuar
crescendo acompanhando seu mercado, que enfrenta restrições sem precedentes.
Quase todo o material de produção - do papel aos sistemas de fotolito,
programas e sistemas de informática - são importados e seus custos flutuam com
o dólar.
Já em janeiro, a ANJ (Associação Nacional de Jornais) identificava cortes de
custos nos principais veículos de comunicação do país. Todos, sem excessões,
reduziram tamanho e folhas de pagamento.
O Diário fez opção pelo corte de custos em vez de paralisar programa de
investimentos na tecnologia usada para oferecer produto de boa qualidade. Com
isso está garantindo a estrutura de produção.
"A tecnologia de produção dá saltos quase todos os anos e o Diário vem fazendo
um grande esforço para acompanhar estes saltos. Nunca deixamos de investir. Não
deixaremos", afirmou o superintendente, Carlos Francisco Cardoso. O Diário
reduziu espaço na cobertura esportiva e reduziu suplementos. Mas adaptou
textos, seções permanentes, colunas mais procuradas e começa a retomar a
evolução.
"O Diário nunca parou de crescer. Estabeleceu um ritmo de evolução que vai
acompanhar seu mercado, sempre em desenvolvimento", explicou o editor José
Ursílio.
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