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Postado em 30/12/2016 às 18:06

Vai tarde!

Categoria: Página 2

O ano que se encerra esta noite parece levar consigo uma aura pesada. Alvo de memes nas redes sociais pelos incontáveis acontecimentos negativos, 2016 parece que “vai tarde”. Apesar disso, há quem lembrará do ano com certa alegria. 

Na política, vimos nesses últimos 365 dias - sim, esse ano foi bissexto - uma presidente sofrer o impeachment, seu vice assumir sob protesto de muitos que acusavam a manobra de “golpe” e um ex-chefe da República virar alvo da Lava-Jato, além de ex-governadores, senadores, deputados, prefeitos e vereadores se enrolarem com a Justiça por conta de administrações que lesaram os cofres públicos.

Ainda na esfera política, as eleições reservaram surpresas nos quatro cantos do país, com políticos “de carreira” perdendo espaço para os chamados “homens de negócio”, como a vitória do megaempresário João Dória na corrida pela Prefeitura de São Paulo e em Marília, com Daniel Alonso.

No aspecto financeiro, a crise, que deu as caras em 2014 e se agravou em 2015, tirou o emprego de milhões de brasileiros. Segundo o último levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), quase 12% da população do país apta ao trabalho está sem serviço, o que representa 11,9%.

O ano também foi difícil para os famosos. Somente nessa última semana perdemos o cantor George Michael, Ricky Harris, o Malvo de “Todo Mundo Odeia o Chris”, Carrie Fischer, a icônica Princesa Leia, de “Star Wars”, e sua mãe, Debbie Reynolds. Prince e David Bowie foram outros dois ícones da música internacional que se foram. Intérprete do professor Girafales da série “Chaves”, Rubén Aguirre também foi “vítima” de 2016.

No Brasil, Domingos Montagner deixou o país em choque ao morrer afogado logo depois de gravar cenas da novela “Velho Chico”. Elke Maravilha e Cauby Peixoto foram alguns dos nomes que a música brasileira perdeu nesse ano.

Mas nada mais chocou o Brasil e o mundo que a tragédia com o voo da Chapecoense, que culminou na morte de 71 pessoas, incluindo quase que todo o elenco do time catarinense, além de jornalistas e tripulantes. Apenas seis pessoas, sendo três atletas, milagrosamente escaparam da trágica história.

Dentre os atletas sobreviventes estão: Alan Ruschel, Neto e Jackson Follmann. Outro brasileiro que conseguiu escapar da morte após o acidente foi o jornalista Rafael Henzel. De todos, apenas Follmann, que teve uma parte da perna amputada, segue internado.

Mas é preciso ser justo e 2016 também trouxe algumas alegrias, ainda que poucas. As torcidas de Palmeiras e Grêmio puderam celebrar a quebra de jejuns com a conquista do Brasileirão e Copa do Brasil, respectivamente. Toda a nação vibrou com o inédito ouro da seleção olímpica de futebol e se emocionou com a disputa das Olímpiadas no Rio de Janeiro, com destaque especial para Thiago Braz, o mariliense que assombrou o mundo ao bater o recorde olímpico e derrotar o francês Renaud Lavillenie no salto com vara.

Enfim, 2016 se vai hoje. Nunca a chegada de um Ano Novo foi cercada por tantas expectativas. E que essa virada signifique muito mais alegrias do que tristezas. Feliz 2017!

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