Paralisação de 50 funcionários terceirizados da empresa Ambiental Sudeste, que presta serviços de nebulização de inseticida à secretaria de Saúde de Marília, prejudicou os trabalhos de combate à dengue ontem. Greve começou ontem devido a atraso no pagamento.
Segundo Lupércio Garrido, coordenador do centro de zoonoses, este é o segundo mês seguido que a empresa atrasa o salário. No mês anterior, no entanto, os funcionários não paralisaram os trabalhos. Município se isenta de responsabilidade. Segundo a secretaria Municipal da Fazenda, a prefeitura vem realizando o pagamento em dia com a empresa.
Apesar da paralisação, não foram registrados novos casos da doença em Marília. O total se mantém em 26 casos, sendo 24 autóctones (contraídos na cidade) e dois importados.
De acordo com Lupércio Garrido a greve atrasa o cronograma de combate à doença. Ontem seriam nebulizados os bairros Santa Antonieta e São Geraldo. Hoje, caso os funcionários voltem as atividades, o cronograma de pulverização será mantido na zona norte.
Lupércio afirma que o mais importante no combate ao mosquito da dengue continua sendo as atitudes individuais. “O mais grave é a população não ter cuidado”.
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