O presidente do Sindicato Rural de Marília, Yoshimi Shintaku, está alertando todos os proprietários rurais de Marília e região, para a necessidade dos ruralistas providenciarem o Receituário Agrônomo da propriedade rural, para um controle maior sobre os produção agrícola.
Segundo o dirigente este documento facilitará o trabalho dos engenheiros agrônomos no momento de efetuar a fiscalização nos produtos produzidos na propriedade rural, para aqueles ruralistas que necessitam do Certificado Fitossanitário de Origem (CFO).
Yoshimi Shintaku esteve reunido com o assistente da Defesa da Sanidade Vegetal, do Escritório de Desenvolvimento Agrícola (EDA), João Casadei de Baptista, para conversar sobre a importância do Receituário Agrônomo.
"Se trata de um livro que deverá ser mantido na propriedade que deverá conter a história da cultura produzida, dados de inspeções, medidas de prevenção adotadas, principais ocorrência fitossanitárias, controle adota para saná-las e outros dados como, climáticos, de solo entre outros", explicou o especialista do EDA.
O proprietário rural que tiver este Receituário Agrônomo irá facilitar, agilizar e otimizar custos operacionais, uma vez que se trata de um relatório das atividades agrícolas desenvolvidas na propriedade.
"Desta maneira, no proprietário rural irá acompanhar toda a evolução da produção agrícola, e acompanhar os cuidados específicos necessários para a certificação dos produtos", comentou Yoshimi Shintaku.
Para João Casadei de Baptista o proprietário rural tem que se organizar mais para poder ter lucratividade. "Quanto mais organizado, maior será o lucro e o escoamento dos produtos", afirmou.
"Quem não tiver o Certificado Fitossanitário de Origem não poderá transportar qualquer produto agrícola para fora do estado de São Paulo", alertou o presidente do Sindicato Rural de Marília, que colocou a secretaria da entidade para esclarecer melhor os proprietários rurais interessados em adotar o Receituário Agrônomo.
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