Hemocentro tenta recuperar estoque

Super Quinta não tem resultado esperado pela direção

Devido ao baixo estoque de janeiro no banco de sangue do Hemocentro de Marília o órgão convoca os doadores para tentar reverter a situação que ameaça o cancelamento de cirurgias. Dentre as ações está a campanha Super Quinta com abertura do Hemocentro até as 20h30 todas as quintas-feiras até março.

Após quatro semanas do início da campanha Super Quinta, o número de doadores está abaixo da expectativa da diretoria, que previa de 20 a 25 doações no período estendido. No primeiro dia do projeto no último dia 5 de janeiro, 11 doadores foram até o órgão e na segunda semana a quantidade subiu para 18 doações. Grande queda foi apontada na terceira quinta com apenas quatro doadores. Na última quinta-feira (26) o hemocentro teve 14 doações. “Melhorou em relação a semana passada, mas precisamos ainda que a população colabore com o Hemocentro”, relata Silva.

Na última quarta-feira (25) todos os tipos de sangue estavam abaixo do ideal. A situação mais crítica é dos tipos A positivo com apenas 112 bolsas quando o ideal seriam 250, com estoque mínimo de 150.

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Segundo o assistente social do Hemocentro de Marília, Rafael José da Silva, o mês de janeiro sempre teve alto número de doadores, porém, excepcionalmente esse ano a média de doações diárias foi bem abaixo do esperado. Na última quarta-feira o órgão registrou apenas 40 doações quando o ideal seriam 60. O pior número registrado foi no dia 12 de janeiro quando apenas 25 doadores compareceram no Hemocentro.

A publicitária Jaqueline Francisco Silva, 22, estava doando sangue essa semana. “Já doei algumas vezes, acho muito importante”.

A professora Gisele Sanches, 29, tornou-se doadora para ajudar uma pessoa próxima e hoje mantêm o ato. “Sou doadora há cinco anos, todo mundo deveria se conscientizar”, afirma Gisele.




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